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sábado, 1 de outubro de 2016

EU VOU ENGANAR O DIABO! ACREDITE...

Justo Veríssimo. Personagem criado pela genialidade do comediante Chico Anísio é uma caricatura do Brasil que os brasileiros vão eleger amanhã, 03/10/2016.

Em 2014 quando o Paysandu perdeu a decisão da Copa Verde para o Brasília Futebol Club  (7 a 6 no pênaltis), em Brasília, a d. Odete, que foi daqui de Belém junto com uma sobrinha só pra assistir ao jogo saia triste do estádio ambas devidamente paramentadas com a camisa do Papão, quando um torcedor do Brasília foi tirar um sarro com as duas. A sobrinha mais esquentada, berrou:
-Também! O Paysandu foi roubado escandalosamente!
-Vocês são paraenses? A resposta de ambas foi “sim”. Aí o torcedor chato do Brasília deu uma gargalhada e respondeu a plenos pulmões: “ah! Então vocês estão acostumados com roubalheira. O maior ladrão do Brasil é o Barbalho, e é lá do Pará...Quá quá quááá!!”. O mala foi embora dando boas gargalhas. A reação das duas foi de olharem-se. Uma delas, a tia, ainda resmungou: “bonito pra nossa cara...”.
“Ele não mente nunca, só inventa histórias o tempo todo”. Assim respondeu um colega do Tim Maia quando o repórter perguntou se cantor gordo com voz de timbre metálico, mentia. O próprio Tim, que não tinha o menor pudor em chegar atrasado, faltar aos shows, desfazer compromissos em cima da hora, ao ser perguntado se era usuário de drogas, respondeu assim: “eu não fumo, não bebo e nem cheiro’. E piscando um olho, completou com um sorriso safadinho: é, mas às vezes eu minto um pouco...”. É o tal réu confesso. Antônio Ermírio de Moraes, um dos homens mais ricos do Brasil que já partiu para o além, em 1986 depois de perder uma eleição ao governo de São Paulo para Orestes Quércia, que já finou-se também definiu política assim: “Política é a arte de pedir votos aos pobres, dinheiro aos ricos e depois mentir a ambos”.
Pois é. Um dia desses eu fui a uma reunião de um grupo de políticos que garimpavam votos na comunidade onde moro. Eram três. O postulante a cargo de prefeito é filho de um ex-prefeito inelegível (Não sei por quê. Juro que não sei...). O candidato a vice tem know how, já foi vereador, presidente da Câmara, vice-prefeito e prefeito tampão. Naquela enxurrada de prefeitos maritubanos, quando um monte deles ocupou o cargo em curtos períodos de tempo na Prefeitura.
Todo mundo mente. Isso é fato. Em tempos de eleição, então, os loroteiros/embromadores proliferam como erva daninha. Na reunião somente três falaram (graças a Deus!). Os candidatos a prefeito, vice, e o articulador do encontro, aspirante a vereança. E haja papo de embustice. Como o grupo é de oposição ao atual gestor aí o embuste se transforma em calunia, e difamação do tipo “deixei mais de 42 milhões de reais nos cofres da prefeitura! Eu não sei o prefeito fez com esse dinheiro...”. Vê-se claramente que essa é uma mentira defensiva.
Amanhã é a eleição, mas as mentiras não acabam. Alguém falou agora esses dias que o candidato vencedor começa o mandato com promessas e termina com desculpas, e segundo alguns entendidos na matéria a mentira começou lá atrás no Jardim do Éden onde a serpente engrupio a Eva, que engrupio o Adão, que engrupio Deus. Aí essa coisa de engrupir não acabou mais e nem vai acabar nunca!
O ano era 1986. Um dia eu cheguei em casa já no sábado umas quatro horas da manhã. Eu não bebo, não fumo e nem tenho hábito de passar a noites fora de casa e meu expediente na empresa onde eu trabalhava ia só até às 18h de sexta. Tirei os sapatos, entrei bem macio e fui logo subindo a escada para o andar de cima onde ficava o quarto de casal. Eram dez degraus. Quando eu estava no 5º escutei um roronar de garganta humana. Tomei um susto aí que me lembrei de dar aquele olhar redondo pela sala. A minha mulher estava toda enrolada no sofá. Quando eu me virei que olhei ela me disse: “bom dia doutor...”. Respondí: “oi amor, bom dia. Eu tô vindo do velório dum amigo meu que morreu ontem de tardinha. Não tive tempo de telefonar pra você. Ela: “e precisava vestir a cueca por cima da calça, Orlando...”
A mentira deixa rastros. Às vezes impagáveis...Cuidado!

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

O LEGADO DO KIP KEINO, E O POBRE "REI" PELÉ

“
Kipchoge (Kip) Keino, na cerimônia de abertura dos jogos olímpicos no Rio, recebe o prêmio Laurel Olímpico.  Foi ovacionado. Merece...
"Pescador, pescador, porque é que no mar não tem jacaré; pescador, pescador porque foi que no mar não tem peixe boi; eu quero saber a razão que no mar não tem tubarão. Ah! Como é bom pescar na beira mar noite de luar...”
Esta é uma composição do marapaniense Lucindo. O mestre Lucindo. Compositor popular de carimbó, que morreu em  1988. Ambientalistas afirmam que era preocupação do mestre com o meio ambiente. Não era, não! O mestre queria apenas, e tão somente, fazer a rima do balançativo e malemolente  ritmo do carimbó. Como todo habitante nativo das beiradas de rio, o mestre matava mutum, sururina, tucano, preguiça, peixe boi, tubarão (esse pra vender as barbatanas), jacaré (pra comer e vender a carne e o couro, que também era aproveitado pra fazer o tambor do carimbó). Os outros animais que ele matava era tudo “pra bóia”. Pra comer, mesmo.
Por que eu comecei estes escrivinhados falando um pouco do grande mestre Lucindo? Explico: quero demonstrar com exemplos que os formadores de opinião, erram. E erram muito...
Exemplos: Quem não gosta do Pelé, o Senhor Edson Arantes do Nascimento?  Em 1969, quando fez o gol mil da carreira, ele se abraçou com a bola e, solenemente, dedicou aquele gol “às crianças pobres do Brasil”...
Pois  é. O Pelé apareceu todo inchado com cara de choro e aquele jeito de “ por favor tenham pena de mim...”, pra justificar os motivos pelos quais ele não podia acender a pira olímpica. O grande Pelé, mentiu. Disse que a marca “pelé” é administrada por uma empresa norte americana e a decisão tinha que partir da tal “empresa”. Na verdade, o milionário ex-jogador está doente. Foi operado dos quadris recentemente e não ia conseguir subir aquele monte de degraus pra chegar onde estava a vasilha com o material inflamante do fogareiro olímpico.
De novo, pois é. O Pelé é o negro brasileiro mais conhecido no mundo e paradoxalmente não é referência de negros brasileiros. Aliás, que mais Sua majestade fez pelas crianças pobres o Brasil, além de “doar” o gol mil que ele fez em 1969? ´´É. Num sei..., mas, comparemos:
O Comitê Olímpico Internacional instituiu, a partir dessa Olimpíada agora de 2016, o Laurel Olímpico. É um prêmio para homenagear pessoas que promovem o desenvolvimento social e humano através do esporte. “O candidato mais merecedor é aquele que, através de suas realizações e projetos, ajuda a construir um mundo melhor e avançar a causa dos indivíduos” (Paulo coelho). Quem ganhou o prêmio foi o queniano Kip Keino. Ele foi ouro no atletismo nas Olimpíadas do México em 1968 e Munique em 1972. Conhecido como “pai fundador do atletismo queniano”, o ex-atleta, que se aposentou em 1973, abriu um lar que atende mais de100 crianças órfãs, fundou uma escola em região isolada do Quênia que atende 300 crianças, na faixa etária entre 6 e13 anos, com estudos regulares e atividades esportivas, mantém ainda um centro de treinamento de atletas de alto desempenho. Só. Só isso...
Agora o super, o ultra, o mega, o “rei“ Pelé. Depois que pendurou as chuteiras,  Pelé se tornou embaixador para Ecologia e Meio ambiente (ONU 1992), embaixador da Boa Vontade (UNESCO 1993), embaixador para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco 1994) e durante o governo de Fernando Henrique Cardoso foi Ministro dos Esportes do Brasil de 1995 a 1998.
Pelé recebeu, em 1997, o título de Sir-Cavaleiro Honorário do Império Britânico, das mãos da Rainha Elizabeth 2ª. O título de Maior Futebolista do Século veio em 1999, pela Unicef, na Áustria, e seguiram-se muitos outros. Especialista em lucrar com a venda da própria imagem, o Negão tá cagando pras crianças pobres e negras desse Brasilsão gigante pela própria natureza. Detalhe: os dois negros, Kip e Pelé nasceram no mesmo ano, 1940. O recebedor do LAURÉl se aposentou em 1973, e o Pelé, filho do seu Dondinho, em 1977. Já milionário.

Como devoto da igreja assembleia de deus pavio que fumega, eu juro que gosto do Pelé. Eu juro...

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

EU NÃO GOSTO DE TOCHA! EU GOSTO DE ATOCHAR...


A imagem da tocha que seria pendurada no pescoço dos políticos desonestos na Olimpíada da Honestidade (caso ela existisse) teria o modelo da foto. Só que, fedendo à bosta!
“Eu não gosto de tocha! Eu gosto de atochar”- Essa a resposta que o cantor/sambista Zeca 
Pagodinho deu ao repórter que perguntou o porquê de ele não ter sido escolhido para carregar a tão festejada tocha dos jogos olímpicos de Londres em 2012, quando ela passou pelo Brasil. Na verdade, o sambador devia estar mordido porque além do João Nogueira, a dupla sertaneja nascida no Goiás, Zé de Camargo e Luciano, e outras personalidades menos expressivas carregaram, e ele não.
Atochar. Significa entrar com força, enfiar na marra. E a tocha, finalmente, chegou ao seu destino final, Rio de Janeiro, a Cidade Maravilhosa. Antes, porém, Sua Majestade, a Senhora Tocha, passeou por 26 Estados e o Distrito Federal, Brasília. Terra de gente honesta.
Atochar. Taí, se os linguistas estão certos na definição, a tocha foi enfiada na marra nas fuças dos brasilinos da silva, que correram felizes na frente, atrás, no lado, do canudo com chama, sem saber, de fato,  o motivo e nem o significado de tão inusitado acontecimento. Um fogo que não apaga nunca, e se apagar tem mais quatro lamparinas sobressalente que funcionam como uma espécie de backup da chama. E mais, ela tem pontualidade, guardiães, e seguranças, concentrada nos três eixos: defesa, inteligência e segurança pública. Tudo feito pelas polícias civil, federal e militar. Em alguns Estados até o exército e a força Nacional de segurança estão envolvidos na guarda da poronga vip. É mole?... O que falta a plebe sobra a lamparinona, que é proteção. Trezentas cidades, 36.000 km, foi o total do roteiro que a danada percorreu na mais perfeita tranquilidade. Ô inveja, Senhor...Moro (verbo morar) a 200m da feira livre, nesse trecho já fui assaltado duas vezes...
Bem que Zeus, o deus do olimpo, que tinha poder de fazer relâmpagos, trovões; que mandava chover e que tem uma simbiose histórica com a tochona, e que tem no fogo esse elemento divino, devia criar uma nova modalidade de disputa, a olimpíada da honestidade.  Os Países governados por canalhas, patifes, ladravazes e embusteiros receberiam medalhas de excrementos. E que eles, governantes de todos os níveis, presidentes, governadores, prefeitos e seus descendentes até a terceira geração fossem obrigados a usar as insígnias, que deveriam exalar mal cheiro. Fedor de bosta mesmo! Aí justificava-se o ôba ôba, a correria, os sorrisos, as palmas e os sélfies, que lamparina olímpica provocou. Seria garantia absoluta que deputados, senadores, governadores, e prefeitos dos 5.570 municípios brasileiros, toda essa cambada, ia pousar com uma medalha de cocô pendurada no pescoço. Uma premiação diferente. Que daria uma trégua olímpica em roubos e assaltos  à cofres  públicos.
Hefesto, o deus da literatura grega, berço do fogo olímpico, devia operar um milagre inimaginável, desvairado: tacar fogo nessa putrefação congênita nacional chamada corrupção...

domingo, 10 de julho de 2016

"BLACK LIVES MATTER"/A VIDA DOS NEGROS, IMPORTA MESMO?

"Black lives matter"-Slogan da campanha contra assassinatos de negros por policiais brancos nos Estados Unidos.

 Quando eu vejo um preto tatuado eu fico pensando: “que ele queria ser branco”.... Aliás, eu acho que no fundo do fundo o preto não queria, de fato, ser preto. E não é só o preto brasileiro. É o preto do mundo. Por isso: Quando eu vejo jogadores pretos dando o suor, o sangue e a vida pelas seleções de futebol europeias, beijando o escudo depois de fazer um gol, principalmente as finalistas França e Portugal (A França tem 9 negros, Payet, Sissoko, Umtiti, Evra, Pogba, Matuidi, Sagna, Coman e Martial, (7 são titulares) fico pensando se eles têm, de fato, orgulho.
Todos esses jogadores negros que são endeusados em suas seleções, nos clubes onde eles jogam, a torcida adversária atira banana para eles nos campos. E a torcida do próprio clube, também, quando eles têm má atuação. Ato de racismo que acontece na Europa, na América do Sul (inclusive no Brasil). Hoje, Eder, o jogador português que fez o gol da vitória que deu o título de campeão europeu para Portugal é, lá em Portugal, um semi-deus. Quando a seleção chegar ele desfilará em carro aberto. Não vai ter sossego tanto serão os “selfies”, mas, se ele pedisse a filha branquinha dos olhos azuis do presidente da Confederação portuguesa de futebol em casamento, será que ela ia aceitar... (talvez sim, pela conta bancária do negrão...). É. Eu fico pensando...
Quando eu vejo um preto rico, o Pelé, por exemplo, sendo homenageado, aclamado, depois de tanto tempo que encerrou a carreira de futebolista, como rei do futebol. Fico pensando, será que em algum momento ele não quis ser branco...
Quando eu vejo um preto que subiu na vida olhar para outro preto como se o “outro preto” fosse uma formiga, eu fico pensando, ‘ele não deve se achar mais preto’...
Quando um preto pobre de marré, marré (meu caso) andar todo lampeiro de braços dados com uma mulher branca, esposa, namorada ou amante, ser olhado de esguelha por brancos e pretos com aquele ar de “qu'essa branca viu nesse preto”... Eu fico pensando...
Quando eu vejo uma mulher preta com o cabelo artificialmente alisado, pesado, caindo nos olhos, nos ombros, e sendo jogados para trás de forma displicente num charme disfarçado... Eu fico pensando...
Quando eu vejo pretos pobres favelados, ferrados, sendo humilhados por ter cometido o terrivel pecado de terem nascidos pretos... Eu fico pensando...
Quando eu vejo mensagens de racismo nas redes sociais contra negros postados por outros negros... Eu fico pensando...
Quando eu vejo, pela televisão, finalmente! Um corajoso negro vingar negros assassinados por policiais lá nos States (pena, matou só 5...) e nunca são punidos... Eu fico refletindo, analisando, conjeturando...

Ulá, lá! Eu vou continuar pensando...

terça-feira, 21 de junho de 2016

A GESTÃO MUNICIPAL E CAPITAL MORAL


No dia do aniversário do Prefeito Mário Filho enviei-lhe, pelo meu velho sansumg esta mensagem, que provavelmente (ou certamente) ele nunca leu: “Parabéns, Prefeito. Que Deus o conserve com um coração em júbilo e sem máculas; conceda-lhe perseverança e encorajamento para enfrentar as adversidades do cotidiano. Abraços, Orlando (CDDPI)”. Tá.
O fiz por respeito e obrigação, haja vista, ser eu um Agente Público. E não nego, mesmo não o tendo escolhido (votei no candidato 50)  seis meses depois que ele assumiu a gestão passei a nutrir uma simpatia especial pelo prefeito e sua esposa, Michele, que é Secretária de Assistência Social. Cheguei até ser sondado para escrever sua biografia. Não deu certo. Não rolou. Reuni algumas vezes com a Primeira Dama que sempre me tratou com respeito e carinho. Aliás, no momento que eu estava com uma dentro e cinquenta a redor querendo entrar, a Secretária, quando soube, me chamou e ofereceu, sem que eu tivesse pedido, um emprego na Prefeitura à minha esposa. Serei eternamente grato por isso. Passei a comprar meus remédios (oito tipos diferentes) sem ter que está coçando o cu com garfo. E a minha admiração pelo alcaide veio pelo esforço como ele se atirou em campo. Trabalhando duro. Chamou para si a responsabilidade de conversar olho no olho com membros da sociedade civil (nesse período ligou pra minha casa convidando para um seminário. Pasmei!); o modo humilde e sincero de falar e ouvir; o abraço carinhoso. E obras. De repente coleta de lixo, reforma em escolas, ampliação das UBS, melhoria nos atendimentos emergenciais da saúde, e uma obra emblemática que tinha virado um monumento a irresponsabilidade e o desperdício de dinheiro público, que foi a conclusão do ginásio de esportes. Na assistência social um corpo técnico muito competente foi montado. Na segurança pública foi criada uma secretaria que tem no comando um coronel PM e, de fato, o Município saiu das estatísticas dos 100 mais violentos do Brasil.  Mas no meio de tantas boas conquistas foram chegando umas criaturas hediondas e manjadas de outras administrações. Eu mesmo com esta minha cara de pateta, e meio sem querer, flagrei uma situação de esperteza que deve render uns bons "trocados" ao engenhoso funcionário plantado no seio da administração. Quis denunciar. Não tive coragem. Me acomodei. Nessas alturas a irmãzinha já era funcionária...E quem tem joelho tem medo (eu tenho dois, logo...)
Justo próximo ao dia do aniversário do gestor uma nuvem cinzenta veio tirar o brilho duma administração que está (a meu ver, claro) ainda, como uma das melhores que Marituba já teve. Pois é. O fato é que três funcionários da prefeitura são apontados pelo Ministério Público como responsáveis pela formação de um esquema, desmontado pela Polícia Federal no dia 23 de maio ( Operação “lessons”), que desviou recursos da educação repassados pelo Governo Federal às prefeituras. Dos funcionários denunciados Jean, Ilmara e Dayse, a última é secretária de educação.
Credibilidade, confiança, reputação. O prefeito ainda é possuidor desse capital moral. Para mantê-lo, porém, o gestor tem que mostrar disposição em punir culpados.

O sonho é o guardião do nosso sistema imunológico. Por isso a nossa sensação de bem estar fica mais plena de contentamento, ficamos mais felizes, aplaudimos com mais sinceridade e sorrisos,   pessoas que têm na sua essência a honestidade dos honestos, a bondade dos bons e a fidelidade dos que não se corrompem...
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